Redimida (P.C. Cast e Kristen Cast) - HoN #12

segunda-feira, 30 de março de 2015


No finalmente último volume de House of Night, Zoey realmente surta ao ser presa e não quer ver ninguém. Mas isso é difícil, pois ela ainda é uma caloura, e precisa ficar perto de vampiros para completar sua transformação.

A história se passa basicamente em dois ambientes, na House of Night, onde os vampiros da Luz tentam achar uma solução para derrotar Neferet, e no hotel onde ela, Neferet, agora deusa, declarou ser seu templo de adoração, e faz os preparativos para anunciar ao mundo quem é que manda.

Mas, novamente são muitos erros de coerência no enredo. O entrelaçamento de fatos desse livro é muito ruim, infantil e previsível. É tanta coisa desnecessária nesse livro, que você é forçado a ir pulando algumas frases e parágrafos.

Temos muitos capítulos da Zoey e da Neferet. Os capítulos de Neferet estão deploráveis, chatos e entediantes. Os da Zoey, repetitivos, a mesma lenga-lenga desde quando ela descobriu que Neferet é do mal: o que fazer? Sou boa o suficiente? BLABLABLA.

Da metade do livro pra frente ele começa a melhorar. É aquela emoção de acabar logo. Apesar da luta final ser um fiasco, o final pra mim não foi nem surpreendente e nem decepcionante, era tudo o que eu esperava mesmo.

Enfim, avaliando a série toda, acho que ela é bem razoável: tem enredos clichês, mal desenvolvidos, repetitivos; além de ser uma série muito extensa, claro. Mas, a saga tem seus bons momentos, em alguns diálogos engraçados , situações difíceis de escolha e com as comparações com o mundo real.
Acho que alguns personagens como Kalona, Aphodite e Stark poderiam ter tido mais capítulos e tirado um pouco do drama de Zoey dos livros.  A história de Neferet poderia ser melhor explicada também, e não enfiada goela abaixo com mais um livro ( o extra, Os caminhos de Neferet).

É uma série de puro entretenimento e previsível, mas, dá pra se divertir sim.

MOMENTO DESABAFO - SPOILER

A horda nerd chorando pq Zoey foi presa? Deviam dar uns tapas na cara dela pra ver se ela acorda pra vida: o mal lá fora, ela é poderosa e fica com cú doce. E aquela parte da pedra, falando que ela não podia ter nada nela além de boa intenção, senão não funcionaria, e fica enrolando o livro inteiro, e me digam: o que mudou em Zoey do começo do livro para o fim? O que a fez digna de usar a pedra? Se fosse só ter os amigos para observá-la, o livro poderia ter 20 páginas e estava tudo certo.

Outra coisa totalmente sem lógica: por que Neferet confessaria que matou os dois homens do parque? Ela poderia ter mantido Zoey presa sem atrapalhar seus planos!

A luta final foi bem lixo, realmente, mas eu já esperava que fossem trancafiar Neferet assim como Kalona já o havia sido, porém podiam ter colocado mais emoção né?

Achei meio esquisito a Nyx aceitar Kalona de volta, depois de ele a ter traído, ajudado Neferet, matado e ESTUPRADO. Tipo, nos últimos livros ele ficou bonzinho e tal, e eu até passei a gostar dele, mas acho que o perdão tem limite né? Nyx poderia até perdoá-lo, mas o ter tomado como amante novamente? Você aceitaria seu amor de volta sabendo que ele tinha estuprado? Disgusting.
Acho que ficou faltando Nyx tirar o sofrimento de Rephaim virar corvo né? Depois de aceitar o estuprador... Sem necessidade deixar o menino corvo sofrendo.

Revelada (P.C. Cast e Kristen Cast) - HoN #11

quinta-feira, 26 de março de 2015


No décimo primeiro volume de House of Night, Revelada, descobriremos mais sobre o passado de Neferet, o caos será lançado em Tulsa e a horda de nerds estará trancafiada na Morada da Noite.

É legal descobrir mais sobre Neferet e seu passado, e os porquês dela se voltar contra a deusa Nyx: Se essa parte tivesse sido devidamente desenvolvida, o livro seria melhor, mas as descrições desses capítulos são rápidas e simplórias. Além disso, as escritoras estragam a melhor parte indo pelo caminho mais clichê: um vilão com uma infância difícil.

Novamente temos diálogos infantis, permeados de provocações toscas que nunca acabam e que só deixam o livro mais comprido. Briguinhas de namorados, a gente não suporta nem as das amigas. Agora imagina em um livro?

A Zoey está nesse livro in-su-por-tá-vel. Os livros se passam em um período de tempo muito curto e Zoey deve estar de TPM, porque não é possível gente. As coincidências que ela fica pontuando o tempo todo entre Aurox e Heath são chatas, e Zoey estressadinha, por causa dos ciúmes do Stark dá uma raiva no coração: ela está dando bola pra outro e acha um absurdo que o cara fique puto.

Mas a partir da metade do livro, Zoey tem poucos capítulos, graças à deusa. Mas o negócio não melhora, veja bem: Neferet passa de deusa, poderosa, consorte de um touro, mãe/amiga das trevas, aquela que dá seu sangue em troca de desejos, em aranhas? É engraçado como Neferet faz tanto mal, mata tantos (tipo Shekinah do alto conselho alguns livros atrás), e não consegue deter um monte de adolescentes.

A coisa mais legal desse livro foi o Aurox bêbado. Há também um comentário envolvendo a ética da mídia, e como ela gosta de botar lenha na fogueira, o que é legal. Mas, como todas as coisas legais desse livro, é bem rápido.

Eu sinceramente continuei a leitura, pois cheguei até aqui e agora preciso ver o final (que provavelmente não vai ser nada inovador também, mas ok). Este é mais um livro pra encher linguiça e indico se você estiver querendo apenas matar um tempo, pois ele não tem nada demais.

MOMENTO DESABAFO - SPOILER

 A morte de Erin? Patética. A menina acompanhou a horda nerd por 10 livros e morre daquele jeito? Af.

É engraçado como os vampiros se acham tão superiores aos humanos, e possuírem um sistema judiciário horroroso e ineficaz. Como pode criaturas tão poderosas se deixar levar por uma única vampira?


Muito sem noção a horda nerd ficar falando sobre a polícia humana estar envolvida no caos de Tulsa, mas, se Neferet é uma deusa, eles deveriam estar bolando uma ‘cadeia’, tipo a que prendeu Kalona, certo? Não se contentando em achar Neferet e levá-la as autoridades. Certo?

Escondida (P.C. Cast e Kristen Cast) - HoN #10

segunda-feira, 23 de março de 2015


Continuando a história de House of Night, neste décimo livro temos que Neferet está encrencada: após um ritual realizado na fazenda de Sylvia Redbird, Thanatos, membra do Conselho Supremo dos Vampiros, viu com seus próprios olhos que Neferet se aliou as Trevas. O que resta saber são quais os próximos passos de Tsi Sgili.

Enquanto isso, cada um vive seu drama pessoal, com Zoey não sabendo lidar com Heath, Rephaim tendo de lidar com seu pai na Morada da Noite e Aurox tentando romper com as Trevas para retomar o coração de Zoey.

O difícil desse livro é que voltam os dramas do trio amoroso, fazendo os capítulos de Zoey serem sofridos. A maior parte dos capítulos dos outros personagens, Neferet, Lenobia, Aurox, Shaunee, Rephaim, Kalona etc, são os que realmente acontecem alguma coisa além de drama.
Eu gostava do Heath, de verdade. Mas achei uma péssima ideia dar vida a ele de novo: as autoras já tinham resolvido esse impasse dos garotos na vida de Zoey, então por que voltar a esse ponto irritante novamente?

Outra coisa que me irrita bastante nesses livros, é os meninos estarem o tempo todo salvando as meninas de ralar os joelhos. Gente, ninguém pode cair em paz nesse livro que já tem mãos fortes reparando o tombo. Pelo amor, as garotas de House of Night são superprotegidas demais...


O enredo desse volume foi bem ruinzinho. Os diálogos estão péssimos e repetitivos. Muita pouca coisa aconteceu, nada que realmente acrescentasse na história. O que me anima é que está acabando, e que finalmente teremos um desfecho para essa série longuíssima.

Destinada (P.C. Cast e Kristen Cast) - HoN #9

quinta-feira, 19 de março de 2015


No nono livro de House of Night, Zoey finalmente saiu do Outromundo e de Skye. De volta a Tulsa, onde vários seres antigos malignos estão ganhando vida, ela precisa enfrentar Neferet junto a seus amigos. 

Nesse livro alguns personagens mudam de lado, enquanto outros ficam indecisos sobre qual lado escolher. Algumas relações estremecem na horda nerd, enquanto outras se concretizam na Morada da Noite.

Como todos estávamos esperando, Health volta a vida por Zoey, mas não em seu corpo antigo do quarterback, e sim como Aurox, um seguidor de Nerefet.

A Neferet é tão foda, que precisa de Zoey, a escolhida da deusa maior Nyx, mais o Kalona, um imortal e Thanatos, uma membra do Conselho Supremo dos Vampiros para derrotá-la. É muita palhaçada.

Eu gosto das mitologias do livro, de alguns personagens e do cenário vampírico/escolar, mas o enredo em si, já se desgastou faz vários livros. Uma coisa positiva desse livro, é que o rodízio de narradores continua, e até com mais personagens narrando, permitindo vários pontos de vista ao longo da história.

O vocabulário informal e as gírias são um ponto forte do livro, pois aproxima o jovem leitor dos personagens, e também deixa a história por vezes engraçada (Aphrodite). Mas ao mesmo tempo não dá pra entender muito bem qual é o público alvo desses livros, pois, ao mesmo tempo em que os personagens são extremamente infantis, mimados e aborrecentes, que indicaria um público de 12 anos, há uma dose de erotismo nas histórias (zoofilia, ménage e tals)... 

Outra coisa que acontece durante a narrativa desse livro, é Damien falar palavras mais rebuscadas e difíceis, e algum personagem explicar o significado para Shaunee e Erin, o que é legal por uma parte, se pensarmos que pré-adolescentes de pouco vocabulário leem estes livros e podem assim estar expandindo seus vocábulos, mas fora isso, essas pausas para explicar significado de palavras me irritou um pouco.

Enfim, é uma leitura leve, que quem já acompanhou a saga até aqui sabe que não se pode esperar muito. O livro é engraçado e legalzinho, mas o fato de acontecimentos chaves serem raros, torna a leitura dos 12 volumes um pouco cansativa.


Despertada (P. C. Cast e Kristen Cast) - HoN #8

terça-feira, 17 de março de 2015




Zoey continua refugiada na Ilha Skye, junto a seu guardião Stark. Ela está demasiadamente cansada e resolve ficar um tempo a mais sob a proteção da ilha da Rainha Sgiach.

Porém, as coisas do outro lado da barreira, estão pegando fogo. Neferet jurou vingança a Zoey, e agora Kalona não está comandando, está sendo comandado. Os planos malignos dela estão para serem colocados em prática, e não há ninguém para impedi-la.

Raphaim, como filho de seu pai, deve a partir de agora convir com os planos da Tsi Sgili. Mas seu coração está suplicando por benevolência. Será que ele deve abandonar seu amado e velho pai, e seguir com Steve rumo à luta contra o mal?

Stark sente uma mudança na sua relação com Zoey, e está inseguro pois algo mudou em sua ligação: o amor de Zoey está diferente.

Os calouros vermelhos do mal continuam aprontando com a Steve. Ela por sua vez, está confusa com o corvo escarnecedor, e mesmo que quisesse não poderia fazer nada, pois Neferet voltou a Tulsa e reassumiu seu cargo de Alta Sacerdotisa: Ela mente, derrete as suspeitas, acaba com indícios, move-se através da escuridão que não deixa ninguém desconfiar. Neferet está cada vez mais forte e obscura e se Zoey não voltar, o mundo pode acabar.

A história está, em partes chata, e outras muuuuuuuito legal.

A parte chata é claro, de Zoey. Apesar de haver o rodízio de narradores, a história ainda gira em torno de Zoey, que faz aquele super-drama-da-indecisão de sempre. Ela está na ilha, protegida por camadas mágicas, e não quer sair de lá, pois precisa de descanso, o Stark está todo estourado, então os capítulos dela vão ser toda aquela ladainha que estamos acostumados.

A parte legal é da Steve e do Raphaim. Eles são fofos e tem um grande conflito, é o ‘amor proibido’. A Steve está brava com o Raphaim, por causa do uso da Escuridão, e ele ao mesmo tempo quer proteger ela, e ajudar o Kalona. No entanto, essa sua preocupação com ambos os lados, faz sua relação com Steve ficar à beira de um colapso. O coitado fica entre a cruz e a espada.

É um livro onde os personagens tem de fazer grandes escolhas, sacrificando seu bem estar.

O final, posso afirmar, é pura fofura. Juro gente. Steve Rae e Raphaim é o que há. Só que isso é a partir da metade do livro.

Resumindo, o começo é chato, e Zoey insuportável, mas vai melhorando ao decorrer das páginas. No geral, é um bom livro.

Queimada (P. C. Cast e Kristen Cast) - HoN #7

domingo, 15 de março de 2015


A alma de Zoey foi quebrada quando presenciou e não conseguiu impedir que Kalona – o imortal - matasse seu consorte, Heath. Todos estão apavorados: seus amigos, a House of Night de Tulsa, até mesmo o Alto Conselho Vampiresco.

Zoey está no Outromundo, e quer permanecer lá, junto a seu consorte. O problema é que seu corpo está se desvanecendo, e em sete dias não haverá mais volta. Providências devem ser tomadas no mundo real imediatamente para impedir sua morte. O problema é: o que fazer?

Neferet está bolando planos maléficos e mandou a alma de Kalona atrás de Zoey para se certificar de que ela não voltará. Todos estão a perceber, mas não a nada que possa detê-la.

Stark está chateado, aborrecido e determinado a salvar Zoey de qualquer maneira. Acaba descobrindo que para isso precisará morrer. Porém como evitar que isso seja um baque a Zoey capaz de desintegrá-la por inteira irreversivelmente?

Steve Rae está cada vez mais próxima de Rephaim, que unem suas forças e juntos, terão de superar suas diferenças e trabalharem juntos na busca de uma solução.

O problema é o tempo. Deve haver agilidade, antes que seja tarde demais.

Apesar da história girar em torno de ‘salvar Zoey’, a personagem principal desse livro é Steve Rae, não tem como negar. (Sim, haverá novamente rodízio de narração entre os personagens). A Vermelha (como o corvo gosta de chamá-la) irá tomar grande parte do livro para si, e confesso que foi realmente bom. Volto a falar que Zoey andou insuportável nos últimos livros, e esse foi um - descanso de Zoey. Também venho alegrá-los dizendo que a relação de Steve com o Corvo Escarnecedor é pra lá de misteriosa e fofa.

Partindo da ideia que reli Queimada com mais calma e atenção, posso garantir que feito assim é muito legal. De verdade. Outra coisa que vou sugerir, é que se leia um seguido do outro, com pequenos/mínimos intervalos entre um livro e outro. Isso porque a história de um livro acaba no dia X às 22h da noite, e o livro seguinte começará no dia X, às 23h; é pouquíssimo intervalo, então se você demora a continuar, perde o fim da meada.

Bom, quanto a Zoey, não gostei dos capítulos dela, ela fica a maior parte do tempo chorando e fazendo birra que quer Heath de volta e etc. Não é insensibilidade! É apenas uma crítica as autoras, ficou cansativo e sem noção: o mundo explodindo e ela lá com frescura que não quer retornar. E para nosso contentamento, ela vai aparecer bem raramente, mais no final mesmo.

Quanto ao Stark, continua fofíssimo, lindo e poderoso, entretanto tenho muita pena dele por gostar da toscaa da Zoey. Sério. A horda de nerds está meio apagadinha em relação aos outros livros, mas continuam essenciais. Afrodite terá mais relevância que os outros e ainda permanece irônica e altamente vulgar. 

Enfim, é isso gente. O livro está very nice, todavia eu peço que as autoras façam com que Zoey tome logo sua decisão com seus garotos e pare de magoá-los. Não aguento mais essa angústia.



Tentada (P.C. Cast e Kristen Cast) - HoN #6

quinta-feira, 12 de março de 2015


Logo que Zoey e seus amigos banem Kalona e Neferet, já ficam sabendo que esse exílio é ‘temporário’, que medidas mais ríspidas/ bruscas terão de serem tomadas.

Porém, há complicações, pois estão todos cansados (gente, isso acontece porque o livro se passa em pouco tempo, por exemplo, em Caçada, acho que são três /quatro dias que se vão ao livro todo e o Tentada começa no mesmo dia em que terminou o Caçada), Stark está ferido, a Vovó Redbird está debilitada, Zoey estressada, e eles se delongam.

O grupo acaba ficando na abadia, junto às freiras, para descansarem e pensarem. Zoey acaba se complicando no mesmo dilema novamente, só que dessa vez pior. Os três namorados – Stark, seu guerreiro; Heath seu consorte, e Erick, seu namorado vampiro – estão todos no mesmo recinto, deixando-a com terríveis dores de cabeça.

A convivência também é abalada em relação a Steve Rae. Zoey, que desconfiava de algo obscuro nos túneis da Sacerdotisa dos Vampiros Vermelhos, fica cada vez mais abalada e certa de que Steve está escondendo muita coisa dela.

Afrodite continua a ter visões, e todas elas provam que Zoey tem descendência em A-ya – antiga amada de Kalona – o que a deixa apavorada, pois isso lhe prova duas coisas: Primeiro que ela foi criada para amar Kalona, ela simplesmente não pode evitar; e segundo, que apenas ela pode detê-lo.

Zoey e seus amigos serão testados ao extremo, na continuação da busca para capturar o mal. A história literalmente recomeça com nesse volume, e com qualidade, depois de dois livros inferiores.  O sexto livro vem para elevar a história ao patamar dos primeiros.

O narrador da história muda constantemente: vai passar de Zoey, para Steve Rae, Afrodite, e até mesmo Rephaim. Isso provocou muitas críticas, pois os cinco volumes anteriores foram narrados em primeira pessoa por Zoey, e nesse, vários capítulos entra uma narração em terceira pessoa, expondo o lado de outros personagens. Eu gostei, não vi nada demais, achei que foi um ponto positivo no livro. A narrativa até ficou até melhor, porque venhamos e convenhamos, Zoey é uma personagem cansativa.

Consequência da mudança da narração, Steve Rae, ganha ênfase no livro, e conhecemos mais quem ela se tornou e como pensa. Vamos deslumbrar de sua bravura e determinação, além de sentirmos sua preocupação com a vida, e seu carisma. Ela é muito mais categórica que Zoey. Uma ótima personagem para passar a apreciar. Vamos ter a oportunidade de sofrer junto de Steve. Esconder segredos de sua melhor amiga não é fácil. Ao percorrer o perímetro da abadia para ver se estava tudo em ordem, ela vai se deparar com um ‘resto’ do conflito, um Corvo Escarnecedor ferido – Rephaim. Ela vai escondê-lo, por dó, e acabar numa encruzadilha. Afrodite continua altamente sarcástica e politicamente incorreta. Gosto muito dela e da verdade que ela sempre expressa. Porém vamos ver que por baixo dessa personalidade ela esconde sua sensibilidade e doçura.

Outro personagem que a maioria das leitoras passa a amar a partir desse sexto livro (inclusive eu), é o Stark. Ele não é todo meloso, é convencido, resumindo, o nosso amado estilo bad-boy. Meu preferido. E aproveitando que falei dele, devo acrescentar que a relação Zoey-Heath-Stark é de atordoar, realmente enquanto lia, não sabia se ria ou chorava. Que dó, que dó! Falando nisso, essa parte dos namorados também é semirresolvida em Tentada e dá uma aliviada nesses relacionamentos complicados.

Por fim, quero finalizar dizendo que compensa ler, é bem legal, e como já falado, retoma o gás do início da série.

 
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